
Colisão
Quando eu
desaparecer,
terei
deixado tanto de mim pra você,
que terá
taças de vinhos
para se
embriagar por mil vidas.
Quando o
tempo chegar e
for uma
rachadura entre nós,
então você
descobrirá
que eu
sempre estarei aí,
entremeada
entre laços e nós.
Quando o
inevitável parir sua foice
a colher
estrelas entre a humanidade,
teu peito e
tuas mãos
serão a minha
eternidade.
Quando o fim
inevitável chegar,
e se
chegar...
(...)
Mas para que
falar de amanhã,
essa figura
inexistente que tenta
explicar o
tempo de forma linear?
O tempo é
hoje,
o lugar é o
agora,
esse
instante de mil pulsações,
esse colidir
atômico e surreal
entre dois
corações.
Lilly
Araújo 29/04/2016 (11:06h)
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